domingo, 26 de outubro de 2008

Visão: Campo, contracampo


Visão - entrevista de Sara Belo Luís, à conversa com António Lobo Antunes e Gonçalo M. Tavares
23 Outubro 2008

Campo, contracampo

Um livro, dois escritores e a VISÃO a escutar. O filme de um encontro feliz entre António Lobo Antunes e Gonçalo M. Tavares

Com a quinta edição de O Arquipélago da Insónia (Publicações Dom Quixote) a chegar às livrarias, António Lobo Antunes, 66 anos, recebeu no ateliê onde escreve o «leitor» Gonçalo M. Tavares, 38 anos. Não se conheciam pessoalmente, mas acederam ao convite. Falar sobre literatura, deixando-se ouvir pela VISÃO. Deste encontro há-de resultar, dentro de dias, uma apresentação pública da nova obra por Rui Cardos Martins e Gonçalo M. Tavares, assim o quis o próprio Lobo Antunes. Conversa solta à volta dos livros com a voz (quase) muda de uma jornalista em corpo presente.

"Um escritor não é bom escritor se não pensar que é o melhor" .
António Lobo Antunes

"O prémio Leya é estúpido. Um prémio só internacionaliza um autor quando, no passado, foi dado a outros autores importantes.
Nunca concorri a um prémio. Nunca. Deus me livre. Também não lhes queria dar o prazer de não mo darem. Um escritor não concorre a prémios, a não ser que esteja à rasca"
António Lobo Antunes

O Arquipélago da Insónia tem pai, tem mãe e tem memória. E isso basta. É brutal".
Gonçalo M. Tavares


Visão nº 816
23.10.2008

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